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Engana-se quem pensa que eventos cardíacos graves estão restritos a pessoas com histórico de doenças ou estilo de vida sedentário. Casos como o do jovem em Porto Alegre mostram que, por trás de uma boa condição física, podem existir fatores silenciosos como arritmias, cardiopatias genéticas ou condições não diagnosticadas, que podem se manifestar repentinamente — muitas vezes, durante o esforço físico intenso.
Por isso, ambientes onde se pratica esportes precisam estar preparados para agir de forma rápida e eficaz em situações como essa. E isso inclui, obrigatoriamente, a presença de um Desfibrilador Externo Automático (DEA).

Em casos de parada cardíaca, o tempo é o fator mais crítico. A aplicação do choque com um DEA nos primeiros minutos pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Segundo a American Heart Association, a cada minuto sem desfibrilação, a chance de sobrevivência da vítima diminui em cerca de 10%.
Eventos como corridas de rua, jogos, treinos, academias e centros esportivos precisam contar com esse recurso. O DEA deve ser parte integrante do protocolo de segurança de qualquer espaço esportivo.

Pensando na necessidade de rapidez, praticidade e confiança, o DEA EasyShock da Toth Lifecare é a solução ideal para ambientes onde a atividade física está presente. Ele oferece:

De 12 a 14 de março de 2026, a cidade de Farroupilha será palco da Ultramaratona de Caravaggio, um dos eventos de endurance mais desafiadores do Brasil. Com percursos de 217K, 160K, 100K, 75K, 50K, 25K, 15K e 5K, a competição reunirá atletas de diferentes níveis em uma experiência de superação, resistência e conexão com a natureza.
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Procedimentos odontológicos com sedação inalatória ou endovenosa exigem um alto padrão de segurança. Além do conforto ao paciente, é fundamental garantir monitorização contínua e preparo para emergências cardiovasculares. Por isso, a legislação brasileira determina que consultórios odontológicos Classe I, Classe II e centros cirúrgicos odontológicos possuam equipamentos de monitorização e, obrigatoriamente, um Desfibrilador Externo Automático (DEA).

Na semana do dia 20 de maio de 2025, uma jovem de 18 anos faleceu após sofrer uma parada cardiorrespiratória em uma academia na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo relatos, o local não possuía um Desfibrilador Externo Automático (DEA), equipamento essencial para o socorro imediato nesses casos. A demora no atendimento foi fatal.