
Atualmente, a lei federal que estabelece a obrigatoriedade do DEA está em fase de projeto de lei e está tramitando ativamente na Câmara dos Deputados. Enquanto a lei federal não entra em vigor, cada estado possui o poder de legislar sobre o assunto, definindo a obrigatoriedade do DEA e as sanções para o descumprimento da legislação. Como cada estado possui uma lei própria, é essencial que os cidadãos se informem sobre a legislação vigente em seu estado.
No Rio Grande do Sul, o DEA tornou-se obrigatório por lei em 2008. De acordo com a Lei nº 13.109, é obrigatória a disponibilização de um desfibrilador externo automático em estádios, ginásios esportivos, centros comerciais e outros estabelecimentos que realizem eventos com previsão de concentração ou circulação igual ou superior a 5.000 (cinco mil) pessoas.
O descumprimento da lei implica em sanções ao infrator. É importante destacar que a obrigação não se aplica a templos religiosos de qualquer crença. Para consultar a íntegra da lei, acesse: https://www.al.rs.gov.br/filerepository/repLegis/arquivos/13.109.pdf

Nos dias 2 e 3 de maio, a cidade de Guaratuba será palco da Maratona Internacional do Paraná 2026 — um evento que une esporte, superação e, acima de tudo, respeito à vida. Neste ano, a prova conta com um reforço de peso: a Toth Lifecare tem o orgulho de ser a patrocinadora oficial de cardiosegurança, garantindo um padrão de proteção inédito no país com a proporção histórica de 1 DEA por quilômetro de prova.

De 12 a 14 de março de 2026, a cidade de Farroupilha será palco da Ultramaratona de Caravaggio, um dos eventos de endurance mais desafiadores do Brasil. Com percursos de 217K, 160K, 100K, 75K, 50K, 25K, 15K e 5K, a competição reunirá atletas de diferentes níveis em uma experiência de superação, resistência e conexão com a natureza.
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Procedimentos odontológicos com sedação inalatória ou endovenosa exigem um alto padrão de segurança. Além do conforto ao paciente, é fundamental garantir monitorização contínua e preparo para emergências cardiovasculares. Por isso, a legislação brasileira determina que consultórios odontológicos Classe I, Classe II e centros cirúrgicos odontológicos possuam equipamentos de monitorização e, obrigatoriamente, um Desfibrilador Externo Automático (DEA).