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Mais do que cumprir a norma, contar com um DEA no consultório é uma medida essencial de cardioproteção.
Riscos cardiovasculares durante a sedação odontológica
Durante a sedação, o paciente pode apresentar alterações súbitas nos sinais vitais, como:
Em situações como a parada cardíaca, cada minuto sem desfibrilação reduz significativamente as chances de sobrevivência. Por isso, a presença de um DEA no consultório odontológico é decisiva para o desfecho do atendimento.

Exigência estabelecida pela Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa nº 1.002, de 15 de dezembro de 2025, em especial o que dispõe o Art. 36, que determina que consultórios odontológicos Classe I com sedação inalatória, Classe II com sedação endovenosa e centros cirúrgicos odontológicos disponham de:
Isso reforça que o DEA é equipamento obrigatório em consultórios odontológicos com sedação, não apenas recomendado.
A importância do DEA para a segurança do paciente
O Desfibrilador Externo Automático é o único equipamento capaz de reverter arritmias fatais como a fibrilação ventricular por meio do choque elétrico. Seu uso rápido, aliado à reanimação cardiopulmonar (RCP), aumenta expressivamente a chance de sobrevivência até a chegada do suporte avançado.
Com o DEA da Toth Lifecare você garante um equipamento referência utilizado por grandes órgão da saúde como SAMU e Bombeiros, a segurança de ter confiabilidade e eficiência em um equipamento de fabricação nacional e com a melhor assistência técnica do Brasil. O DEA EasyShock proporciona:
Garanta que seu consultório odontológico atende plenamente às exigências legais e eleve o padrão de segurança assistencial. Cardioproteção é responsabilidade profissional. Ter um desfibrilador externo automático no consultório não é apenas uma obrigação regulatória. É um compromisso ético com a vida, com o paciente e com a excelência clínica.
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Procedimentos odontológicos com sedação inalatória ou endovenosa exigem um alto padrão de segurança. Além do conforto ao paciente, é fundamental garantir monitorização contínua e preparo para emergências cardiovasculares. Por isso, a legislação brasileira determina que consultórios odontológicos Classe I, Classe II e centros cirúrgicos odontológicos possuam equipamentos de monitorização e, obrigatoriamente, um Desfibrilador Externo Automático (DEA).
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Nos últimos 20 anos, o número de infartos em jovens aumentou 150% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. O crescimento chama atenção por romper com o imaginário popular de que problemas cardíacos acometem apenas pessoas idosas ou com histórico clínico conhecido