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Engana-se quem pensa que eventos cardíacos graves estão restritos a pessoas com histórico de doenças ou estilo de vida sedentário. Casos como o do jovem em Porto Alegre mostram que, por trás de uma boa condição física, podem existir fatores silenciosos como arritmias, cardiopatias genéticas ou condições não diagnosticadas, que podem se manifestar repentinamente — muitas vezes, durante o esforço físico intenso.
Por isso, ambientes onde se pratica esportes precisam estar preparados para agir de forma rápida e eficaz em situações como essa. E isso inclui, obrigatoriamente, a presença de um Desfibrilador Externo Automático (DEA).

Em casos de parada cardíaca, o tempo é o fator mais crítico. A aplicação do choque com um DEA nos primeiros minutos pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Segundo a American Heart Association, a cada minuto sem desfibrilação, a chance de sobrevivência da vítima diminui em cerca de 10%.
Eventos como corridas de rua, jogos, treinos, academias e centros esportivos precisam contar com esse recurso. O DEA deve ser parte integrante do protocolo de segurança de qualquer espaço esportivo.

Pensando na necessidade de rapidez, praticidade e confiança, o DEA EasyShock da Toth Lifecare é a solução ideal para ambientes onde a atividade física está presente. Ele oferece:
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Procedimentos odontológicos com sedação inalatória ou endovenosa exigem um alto padrão de segurança. Além do conforto ao paciente, é fundamental garantir monitorização contínua e preparo para emergências cardiovasculares. Por isso, a legislação brasileira determina que consultórios odontológicos Classe I, Classe II e centros cirúrgicos odontológicos possuam equipamentos de monitorização e, obrigatoriamente, um Desfibrilador Externo Automático (DEA).
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Nos últimos 20 anos, o número de infartos em jovens aumentou 150% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. O crescimento chama atenção por romper com o imaginário popular de que problemas cardíacos acometem apenas pessoas idosas ou com histórico clínico conhecido