
Nesta semana, um homem morreu após sofrer um mal súbito enquanto treinava em uma academia de Belo Horizonte, segundo reportagem do G1. Casos como esse escancaram uma dura realidade: a parada cardíaca pode acontecer com qualquer pessoa, a qualquer momento, inclusive com indivíduos ativos, aparentemente saudáveis e em plena atividade física.
Você sabia que a maioria das paradas cardíacas ocorrem fora do ambiente hospitalar? E que centros esportivos estão entre os locais mais comuns para esse tipo de ocorrência? A falta de preparo e de equipamentos adequados nesses espaços pode transformar um cenário de vida em tragédia.
Por isso, ter um DEA (Desfibrilador Externo Automático) acessível no local faz toda a diferença. Em caso de parada cardíaca, as chances de sobrevivência caem a cada minuto sem intervenção. O uso rápido de um DEA, combinado com as compressões torácicas, pode aumentar em até 70% a chance de salvar uma vida.

Pensando na segurança dos frequentadores e na responsabilidade dos estabelecimentos, o DEA EasyShock surge como a solução ideal:

Se a sua academia ainda não está preparada para responder a uma emergência, agora é a hora de agir. Fale com nosso time, entenda como implementar um plano de resposta e leve mais segurança ao seu ambiente.
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Procedimentos odontológicos com sedação inalatória ou endovenosa exigem um alto padrão de segurança. Além do conforto ao paciente, é fundamental garantir monitorização contínua e preparo para emergências cardiovasculares. Por isso, a legislação brasileira determina que consultórios odontológicos Classe I, Classe II e centros cirúrgicos odontológicos possuam equipamentos de monitorização e, obrigatoriamente, um Desfibrilador Externo Automático (DEA).
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Nos últimos 20 anos, o número de infartos em jovens aumentou 150% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. O crescimento chama atenção por romper com o imaginário popular de que problemas cardíacos acometem apenas pessoas idosas ou com histórico clínico conhecido