Procedimentos odontológicos com sedação inalatória ou endovenosa exigem um alto padrão de segurança. Além do conforto ao paciente, é fundamental garantir monitorização contínua e preparo para emergências cardiovasculares. Por isso, a legislação brasileira determina que consultórios odontológicos Classe I, Classe II e centros cirúrgicos odontológicos possuam equipamentos de monitorização e, obrigatoriamente, um Desfibrilador Externo Automático (DEA).
Nos últimos 20 anos, o número de infartos em jovens aumentou 150% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. O crescimento chama atenção por romper com o imaginário popular de que problemas cardíacos acometem apenas pessoas idosas ou com histórico clínico conhecido
Entenda a importância das academias estarem equipadas e treinadas para agir rapidamente diante de uma parada cardíaca, garantindo segurança e salvando vidas em situações de emergência.
O último final de semana em Porto Alegre foi marcado por uma triste fatalidade: um jovem de apenas 20 anos sofreu uma parada cardíaca durante uma corrida de rua e, infelizmente, não resistiu. Ativo, aparentemente saudável e praticante de atividade física, ele participava de um evento esportivo como tantos outros que acontecem todos os meses no Brasil.
Na semana do dia 20 de maio de 2025, uma jovem de 18 anos faleceu após sofrer uma parada cardiorrespiratória em uma academia na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo relatos, o local não possuía um Desfibrilador Externo Automático (DEA), equipamento essencial para o socorro imediato nesses casos. A demora no atendimento foi fatal.
Quando se fala em emergências médicas, cada segundo conta. Em clínicas médicas, onde o fluxo de pacientes é constante, estar preparado para situações críticas como a parada cardiorrespiratória pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte. É nesse cenário que o DEA – Desfibrilador E
A Lei Nº 5.207, de 6 de junho de 2018, sancionada no estado do Mato Grosso do Sul trouxe avanços significativos na obrigatoriedade de disponibilização de Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) em diversos estabelecimentos e eventos com grande cir...}
Nesta segunda-feira, 11 de novembro, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) deu mais um importante passo em prol da saúde pública. Como parte do Projeto Viva Coração, três desfibriladores externos automáticos (DEA’s) da marca Toth Lifecare fo...}
Um Desfibrilador Externo Automático (DEA) deve estar localizado em áreas onde há uma alta probabilidade de ocorrer parada cardíaca súbita (PCS). As causas de uma parada cardíaca podem ser diversas, incluindo desidratação e desequilíbrios eletrolítico...}
Atualmente, a lei federal que estabelece a obrigatoriedade do DEA está em fase de projeto de lei e está tramitando ativamente na Câmara dos Deputados. Enquanto a lei federal não entra em vigor, cada estado possui o poder de legislar sobre o assunto,...}
Quais locais é obrigatório ter um desfibrilador (DEA)?O desfibrilador externo automático (DEA) é um aparelho indispensável para o socorro de vítimas de parada cardiorrespiratória (PCR). A existência de um DEA no local onde a vítima sofre a PCR pode s...}
Por que ter o DEA em locais públicos?A presença de um DEA (Desfibrilador Externo Automático) em locais de grande circulação pode fazer a diferença entre a vida e a morte de vítimas de parada cardiorrespiratória. Em 2024, segundo dados do Cardiômetro...}